
Sociedade de Consumo
Por: Welinton R. Nascimento
A sociedade enfrenta hoje em dia paradoxos constantes, onde o aparente progresso desponta ininterruptamente, caracterizando-se através da indústria de tecnologia e de informação que acirra ainda mais o processo excludente e desigual que existe no mundo. Apesar de perceber que o processo instaurado hoje em dia não é produto do acaso e que o governo e sociedade do conhecimento detinham poder de interromper esse processo avassalador da cultura flexível de produção vemos tudo com uma aparente perplexidade que é o misto da nossa indignação e alienação imposta pelo sistema capitalista que nos consome minuto a minuto, levando a um niilismo extremo.
Vivemos o produto da irresponsabilidade dos detentores de poder e de capital, que com a pretensão da liberdade antropocêntrica deturpou os ideais reformistas e as propostas de emancipação preconizada pelos iluministas. O liberalismo, por sua vez, posicionou-se rumo à consolidação do sistema capitalista, desafiando pensadores como Karl Marx, que acreditava que uma sociedade para progredir necessitava também, da presença do capital, partindo assim, para um sistema de comum entre os membros sociais. A humanidade fez questão de contrariar o nobre alemão e as suas idéias foram enterradas, juntamente com sociedades que se diziam socialista como a antiga União Soviética e que por meio da corrida armamentista com os Estados Unidos a América – USA, acirrou ainda mais o processo de desenvolvimento tecnológico e consequentemente industrial. O mundo então iniciou um processo desenfreado de avanço tecnológico baseado em valores questionáveis com a falsa idéia de que o ser humano deveria satisfazer os seus egos e psicoses através dessa evolução aparente que nada mais é que o equivoco narcisista de uma raça que nem ao menos percebe que o planeta terra é o seu habitat e que esta vem sendo constantemente destruída à custa do constante surgimento de pseudonecessidades. Instituições como a família, igreja e governo perderam o seu significado junto à humanidade. A família hoje em dia nada mais é que uma máquina de reprodução de humana e perdeu o seu significado, no sentido dos valores e da transmissão de paradigmas de ética e conduta. Vivemos a era dos valores relativos.
Vivemos o produto da irresponsabilidade dos detentores de poder e de capital, que com a pretensão da liberdade antropocêntrica deturpou os ideais reformistas e as propostas de emancipação preconizada pelos iluministas. O liberalismo, por sua vez, posicionou-se rumo à consolidação do sistema capitalista, desafiando pensadores como Karl Marx, que acreditava que uma sociedade para progredir necessitava também, da presença do capital, partindo assim, para um sistema de comum entre os membros sociais. A humanidade fez questão de contrariar o nobre alemão e as suas idéias foram enterradas, juntamente com sociedades que se diziam socialista como a antiga União Soviética e que por meio da corrida armamentista com os Estados Unidos a América – USA, acirrou ainda mais o processo de desenvolvimento tecnológico e consequentemente industrial. O mundo então iniciou um processo desenfreado de avanço tecnológico baseado em valores questionáveis com a falsa idéia de que o ser humano deveria satisfazer os seus egos e psicoses através dessa evolução aparente que nada mais é que o equivoco narcisista de uma raça que nem ao menos percebe que o planeta terra é o seu habitat e que esta vem sendo constantemente destruída à custa do constante surgimento de pseudonecessidades. Instituições como a família, igreja e governo perderam o seu significado junto à humanidade. A família hoje em dia nada mais é que uma máquina de reprodução de humana e perdeu o seu significado, no sentido dos valores e da transmissão de paradigmas de ética e conduta. Vivemos a era dos valores relativos.

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